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Alba Reche: conheça o “indie pop” melancólico da espanhola

Cantora lançou seu primeiro álbum em outubro de 2019, intitulado “Quimera”.

Sofia Sampaio

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Alba Reche: conheça o indie pop melancólico da espanhola

Se você acompanha a “cultura espanhola”, sabe que um dos realities de maior sucesso da Espanha é Operación Triunfo (OT), criado em 2001 com a intenção de formar uma série de cantores – David Bisbal, por exemplo, foi um dos participantes das primeiras edições.

Alba Reche foi uma das concorrentes da edição de 2018 e ficou em segundo lugar. Durante sua participação no programa, Alba chegou a cantar Dangerous Woman de Ariana Grande, Crazy in Love de Beyoncé, Respect de Aretha Franklin, Toxic de Britney Spears e mais.

Em outubro de 2019, a artista lançou seu primeiro álbum, intitulado Quimera e, curiosamente (ou não), as 11 faixas que integram o disco tem títulos de apenas uma palavra. Além disso, o álbum também transpassa a admiração que Alba tem por mitologias – um dos singles, que possui clipe, é Medusa.

Em uma entrevista, a cantora revelou que sempre foi fã de histórias mitológicas: “Sempre gostei das histórias e contos. Adorava apreciar os mitos que contam histórias sociais e dizer às pessoas como viver ou agir de acordo com essas histórias. Era esse o modo de vida deles, a religião e as leis. Acho muito curioso”.

O som de Alba Reche pode ser classificado como um indie pop, que a própria defende no cenário musical. “A música é marcada por padrões pop, mas os estilos mainstream e urbano estão mudando… Para mim, foi uma oportunidade de criar a música que eu queria ouvir e fazer. Eu fiz o que queria“, revelou. “Sei que o consumo de música é muito mais rápido hoje em dia, mas acho que não devemos esquecer que também existe uma grande variedade de públicos. Encontrei muitas pessoas que só querem ouvi-lo [Quimera] com calma e paz e eu realmente aprecio isso, porque significa que elas o valorizam”.

Já sobre a vibe melancólica de suas músicas, Alba se considera uma pessoa com certa melancolia – que é diferente de ser triste e frágil. “Confundimos fragilidade com sensibilidade e isso nos leva a ficar um pouco desumanizados. Pessoalmente, há dias em que posso me sentir frágil, óbvio, mas não significa que sou uma pessoa frágil”, diz. “Acho que às vezes precisamos nos sentir vulneráveis”.

Atualmente, a cantora está em turnê com a Quimera Tour. Sem dúvida, é uma artista que merece atenção.

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