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Bad Bunny aposta nas guitarras em ‘El Último Tour del Mundo’

Confira também o clipe de ‘Yo Me Visto Así’ com diversos convidados especiais.

Sofia Sampaio

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Bad Bunny aposta nas guitarras em 'El Ultimo Tour del Mundo'

El Ultimo Tour del Mundo, novo álbum de Bad Bunny, chegou nos primeiros minutos dessa sexta-feira (27), logo depois das comemorações norte-americanas do Dia de Ações de Graças, na quinta. O primeiro álbum do cantor, X100PRE, também foi lançado em uma data comemorativa: em 2018, na véspera de Natal (24 de dezembro).

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O novo material do porto-riquenho é um pouco diferente dos demais. É o quarto da carreira e terceiro de 2020, sucedendo do exitoso YHLQMDLG que quebrou recordes em paradas latinas, e Las Que no Iban a Salir, material de descartes que também conquistou ótimas posições.

Não é que nenhuma das 17 faixas presentes no novo trabalho não seja reggaetón, rap ou trap. Tem, mas misturados com outros sons que vão para um caminho mais chill. “É um álbum diferente de YHLQMDLG. É mais sentimental, mais tranquilo, que você pode ouvir no seu quarto”, disse à Billboard. “É pra você ficar em casa, curtir, abrir uma cerveja ou tomar uma taça de vinho e prestar atenção nas letras”.

Com o material, Bad Bunny lançou o clipe de Yo Visto Así, sétima faixa do material – e possivelmente uma das melhores – bem carregada de guitarra. No clipe, Ricky Martin, Sofia Vergara, Sech, Karol G, Ruby Rose, Luka Sabbat, Ryan Garcia, Francisco Lindor, William Gomez, Heimana Reynolds, Hugo Flores, Jessie Villamor, Clint Beswick, Alec Spinsi, Alex Sorgente, Rio Batan, Erwin Urias, Geovi Urias, Melvin Urias, Olga Surnna fazem participação especial.

El Último Tour del Mundo chega pouco tempo depois de Dákiti, single lançado há poucas semanas, se tornar a música com mais streams no mundo todo. A parceria com Jhay Cortez, presente no material, quase não aconteceu. “Como o álbum vai por um caminho mais diferente e esquisito, eu precisava de uma canção que conectasse todo mundo, uma faixa de festa. Jhay Cortez e Mora já tinham a canção escrita e preparada, eu adicionei minhas letras, meu toque, com o ritmo de Jhay. Aí, mandei para Tainy [produtor] que também colocou seu toque e tudo foi bem dinâmico, um trabalho bem legal em time. Eu realmente gostei da forma que a gente trabalhou”, conta. Com retoques ali e aqui, “nasceu” um dos maiores hits latinos de fim de ano, hoje na liderança da Billboard Global 200 – parada geral que soma os streams e vendas de downloads no mundo todo.

Mas Dákiti não é a única colaboração, embora seja um álbum majoritariamente sem parcerias. Em Sorry Papi, Bad Bunny canta com a super talentosa Abra, uma cantora norte-americana de Los Angeles. “Ela faz suas próprias batidas, sua própria música e é independente”, explicou. “E tem La noche de La Noche com Rosalía. Nós gravamos separados por conta da COVID e das nossas agendas. A gente tenta trabalhar juntos há um tempo e a oportunidade certa nunca tinha chegado”, conta. “Chris Jedi [produtor] me mandou a faixa com a base que ele fez com a Rosalía e eu achei legal, mas deixei ali no canto por um tempo. Mas uns dias depois, eu não conseguia parar de cantar, então disse a Chris pra vermos o que sairia”.

“Mesmo que a colaboração com Rosalía não tenha sido da forma que eu faço as coisas, eu senti que quebrei as regras com esse álbum. Está mais nas músicas do que no processo”, explica.

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