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Ricky Martin é capa da Out Magazine e fala de vida durante pandemia

Confira trechos da entrevista sobre família, carreira, ativismo e mais.

Sofia Sampaio

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A nova edição da Out Magazine traz Ricky Martin estampado na capa e, como a própria revista publicou, nos dá boas vindas à “revolução do cantor”. O porto-riquenho posou ao lado do marido Jwan Yossef e falou sobre a vida familiar, medos durante a pandemia, planos de carreira e outros assuntos abordados na própria casa do cantor, na Califórnia (EUA).

Quando a pandemia passou a assustar o mundo inteiro e nos obrigou a parar grandes eventos e planos que tínhamos para o ano inteiro, Ricky Martin precisou enfrentar grandes medos. Em turnê com a Movimiento em Porto Rico e os preparos para a turnê com Enrique Iglesias, o cantor revelou que pensou que nunca mais poderia fazer um show na vida.

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There’s no introductions needed for our latest cover star — his is a name we all know and love. Welcome to Ricky’s revolution. In a spread shot at his California home, #RickyMartin, the globally renowned singer, actor, and performer, opens up about his music and how the prospect of no longer being able to perform in front of massive, sold-out crowds (because of COVID) impacted him. “For me it was like, I don’t know how to do anything else,” @Ricky_Martin says. “I always thought I was going to be able to do this as long as I wanted to— even if I looked ridiculous onstage at 70 years old with a cane, it was my option. But apparently that was no more.” Hit the link in bio to read how he ended up dealing with the anxiety that caused, his thoughts on expanding his family after being cooped up for so long, and what to expect from his new music.⁠⠀ 📸 @fei_bian;⁠⠀ 👔 @luxurylaw. Ricky wears coat and pants by @berluti

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“Tive um processo de luto sobre abrir mão da possibilidade de um dia me apresentar para 20 mil pessoas outra vez. Isso é o que diziam… Para mim, fiquei ‘mas eu não sei fazer mais nada além disso'”, conta. “Sempre acreditei que seria capaz de seguir me apresentando pelo tempo que eu quisesse. Mesmo que parecesse ridículo estar no palco aos 70 anos com uma bengala. Mas era uma opção minha. Aparentemente, depois, não era mais”.

O projeto PausaPlay foi um reflexo desse processo difícil. A primeira parte, Pausa, lançado há poucos meses, traz músicas delicadas e fortes, com parcerias como Sting e Carla Morrison. Aliás, é o primeiro álbum inédito do cantor em cinco anos.

Enfrentando os anseios de uma pandemia de uma maneira minimamente positiva, Ricky Martin pode passar muito mais tempo com a família. Ao lado do marido Jwan Yosef, o cantor fala à Out Magazine sobre a vida familiar, isso é, Yosef e os quatro filhos. “Olha, eu me tornei pai quando tinha 35 anos, não é a mesma coisa quando você tem 48”, conta. “Você necessita de energia! Eu sou forte, pode acreditar, sou saudável – carrego dois bebês ao mesmo tempo e o carrinho e a mochila – mas isso é muito. É uma responsabilidade grande”.

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A daddy indeed. “Listen, I became a daddy when I was 35; it’s not the same thing when you’re 48,” @ricky_martin, who has four children with his husband @jwanyosef, says in our cover story. “You need the energy! And I’m strong, trust me, I’m healthy—I’m carrying two babies at the same time and the stroller and the backpack—but it’s a lot. It’s a big responsibility.” Still, could the pop star see a world where there's more? Click the link in bio to find out that, and to hear how his lifelong fight against child trafficking sometimes complicates the matter.⁠⠀ 📸 @fei_bian;⁠⠀ 👔 @luxurylaw. Ricky and Jwan both wear shirts by @hanro.official, bracelets and rings by @davidyurman, crowns by @vauje.

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Sem dúvida ter filhos é algo que exige muito trabalho e atenção, principalmente quando você tem quatro. Mas nem por isso Ricky Martin descarta a possibilidade de aumentar a família. “Há momentos que eu quero ter mais dez filhos, mas aí tem aquelas manhãs que está todo mundo chorando e eu fico ‘ok, talvez o suficiente seja apenas seis’, brinca.

É um dos sintomas que o cantor tem por um antigo medo carregado de preconceito e que muitas pessoas passam pelo mesmo ainda hoje. “Sempre tive vontade de ser pai e por muitas e muitas vezes tive um pensamento de que, por ser gay, e ainda não assumido, não seria capaz de ser pai”, conta. “Obviamente a adoção é uma opção e é algo lindo, mas ainda é muito difícil para gays adotarem em alguns países”.

Essa é uma das causas que o cantor luta na organização criada em 2000, Ricky Martin Foundation, voltada para os direitos de crianças e jovens e que ajuda a combater o tráfico delas. “Seria horrível ter uma plataforma de mídia que alcança 75 milhões de pessoas que me ouvem e não falar sobre o que elas precisam saber”. O ativismo também vai além da organização e um exemplo recente é quando ele voltou à Porto Rico, no ano passado, para participar das manifestações que pediam renúncia do governador Ricardo Rosseló. Na época, mensagens de corrupção e de cunho misógino e homofóbico foram expostas, inclusive, que mencionavam o nome do cantor. Ele esteve presente em todos os protestos ao lado de mais de 2 milhões de pessoas que pediam justiça. Foram 15 dias até Rosseló renunciar.

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Father. King of Latin Pop. Activist. Since his early days in the Latin boy band #Menudo, #RickyMartin has used his platform and celebrity to shine a light on important topics. Then, it was as an ambassador for #UNICEF. But in 2000, he launched @rm_foundation which he's used to wage a global war on child trafficking. “If I don’t do something, I’m allowing it to happen,” the star explains of his efforts. “If I have the platform that social media has given me to talk to 75 million people, it would be horrible not to talk about the things that people need to hear.” But he's not just firing off tweets. Last summer, the performer flew to his native Puerto Rico to call for the resignation of Governor Ricardo Rosselló whose misogynistic and homophobic messages had been exposed. Martin was there, in the thick of a reported 2 million people in the streets waving flags, and demanding justice. After 15 days, the people got what they asked for. “One thing that I’m going to always take with me is that after those days protesting, my kids would wait for me back home, and I knew that they will become revolutionaries because of the passion that we have towards social justice and fairness for all,” says @Ricky_Martin. Read the full story at the link in bio. 📸 @fei_bian;⁠⠀ 👔 @luxurylaw. Turtleneck and trousers by @berluti. Necklace by @joomilim

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