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Romance: o que a crítica diz do novo disco de Camila Cabello

Disco chegou nessa sexta-feira (06).

Sofia Sampaio

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Romance: o que a crítica diz do novo disco de Camila Cabello

Finalmente chegou a data do lançamento de Romance, segundo álbum na carreira solo de Camila Cabello. A expectativa era grande, já que seu debut foi muito bem recebido pelo público com hits como Havana e Never Be the Same.

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Como já sabíamos, o novo disco tem 14 faixas, nem todas inéditas – Camila vinha trabalhando em diversos singles até chegar essa sexta-feira (06). Também já sabíamos que o álbum fala sobre amor – em sua forma pura, sensual, dolorida e sincera.

Em questão da “sucessora” de Havana, nós já tínhamos há um tempo: Señorita é a única que traz a vibe latina e suas raízes cubanas. No mais, seria forçar a barra dizer que Should’ve Said It e My Oh My, com DaBaby, tem essa pegada, apesar de possuírem leves batidas que remetem à uma “alegoria” latina. Cry for Me, também já conhecida, ainda tem uma guitarra elétrica que aproxima-se, de certa forma, dos riffs de Santana.

O jornal Independent, do Reino Unido, classificou o disco com 4 estrelas, de 5. “Mesmo que nem tudo em Romance funcione”, escreveu o jornal, “há uma óbvia linha conectando a maioria de suas faixas – Cabello é docemente exuberante, pois ela volta repetidamente a sentir-se entusiasma com o primeiro amor. Conveniente do ponto de vista das relações públicas, absolutamente, mas também tocou com sinceridade que não é particularmente incômodo (…). “São nesses momentos vulneráveis que Cabello se sente mais em casa, embora isso não signifique que não haja problemas aqui também”.

O The Times, por sua vez, deu 3 estrelas classificando Romance como um pop eficiente.

O The Guardian foi um pouco mais severo, dando apenas 2 estrelas – para eles, o álbum resume-se em músicas “mais ou menos” mas que são perfeitas para um pop sobre histórias de amor.

De qualquer maneira, Camila Cabello já havia revelado (mais de uma vez), que o álbum seria bonito e dolorido – foi assim seu processo de criação. “Eu queria que esse álbum falasse sobre como é se apaixonar, coisa impossível de fazer, mas posso dizer que tentei ao máximo. Nunca vivi tanto a vida enquanto eu escrevia este álbum. Foi bagunçado e bonito, inesquecível e às vezes tão dolorido que eu queria esquecer. Foi algo que me consumiu terrivelmente e era impossível não se perder, era meu… e agora de vocês”, disse a cubana nas redes sociais.

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